Capitão Wagner participa de reunião com Sergio Moro para discutir Lei Anticrime
O Deputado Federal Capitão
Wagner esteve participando da reunião com o ministro Sergio Moro para discutir
o pacote Lei Anticrime, Capitão Wagner disse que o tema segurança pública é
recorrente em no seu mandato e esta atento ao chamado Pacote Anticrime
apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro. A reunião contou com a forte
presença da Frente de Segurança Pública, da qual Capitão Wagner já faz parte. O
que for para beneficiar e trazer mais segurança para a população tem o meu
apoio, disse Wagner.
O ministro da Justiça e
Segurança Pública , Sérgio Moro, apresentou, na tarde dessa quarta-feira (6), o
projeto de Lei Anticrime aos deputados da Frente Parlamentar de Segurança
Pública da Câmara dos Deputados. “Os parlamentares estão abertos ao diálogo,
estão abertos aos anseios da sociedade, que deseja não só um País mais seguro,
mas também um País mais íntegro”, afirmou Moro à imprensa logo após a
apresentação.
De acordo com o ministro,
houve grande receptividade por parte dos deputados. “Claro que nós teremos que
debater [o projeto] e estamos abertos ao diálogo”, ponderou. Na segunda-feira
(4), Moro apresentou a proposta aos governadores e secretários de segurança
pública dos estados.
Nos próximos dias, o texto
será enviado pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, ao Congresso. O projeto
contém medidas efetivas contra a corrupção, crimes violentos e o crime
organizado. São propostas 14 alterações em leis como Código Penal, Código de
Processo Penal, Lei de Execução Penal, Lei de Crimes Hediondos, Código
Eleitoral, entre outros.
Medidas propostas
O Anteprojeto prevê
medidas como a regulamentação da prisão em segunda instância, a criminalização
do caixa dois e acordos para crimes sem violência. Nos casos de corrupção,
crime hediondo, condenados por roubo com arma de fogo ou, entre outros, quando
a violência resultar em lesão corporal grave, a previsão é que o cumprimento da
pena seja inicialmente em regime fechado.
A proposta prevê ainda que
crimes hediondos, condenados reincidentes ou de organizações criminosas devem
ter a progressão de regime apenas após o cumprimento de três quintos da pena. O
texto pretende também ampliar o Banco Nacional de Perfis Genéticos, além da
criação do Banco Nacional Multibiométrico e de Impressões Digitais. E prevê a
atuação de agentes policiais disfarçados em investigações envolvendo ações de
lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e de armas.
Informações: Governo do Brasil
Notícia mais recente
Próxima notícia
.png)



Deixe seu comentário
Postar um comentário